Não ignores o coração
[p]Ao ignorar o coração podemos até sobreviver, mas jamais conseguiremos viver.[/p]
[p]Há pouco tempo assisti ao filme "Love, Rosie" que aqui no Brasil recebeu o título de "Simplesmente acontece". O filme foi baseado no romance de Cecelia Ahern, "Where Rainbouws End" e retrata muito bem nosso comportamento diante das coisas do coração.[/p]
[p]Sempre falo sobre o amor na maioria das vezes e sou tido como chato por muitos. Poderia dizer que não compreendo, mas compreendo, o amor, enquanto amor é algo difícil de ser acolhido, pois apreciamos estar no controle de nós mesmos e, na maioria das vezes, dos outros ao nosso redor a quem dizemos amar, eis aqui um paradoxo, mas tudo bem, é até engraçado isso.[/p]
[p]Estranhamente o amor é algo tão almejado e, ao mesmo, é algo tão temido, pois a maioria de nós não consegue aceitar os outros como eles aparentam ser. Pelo contrário, queremos transformá-los em nós mesmos. Isso gera atritos e, às vezes, até algo letal, pois ninguém quer deixar de ser o que é e tentará se defender enquanto tiver vida.[/p]
[p]Enquanto humanos, somos tocados por aquilo que somos, um sentimento de querer se lançar na vida e, prontamente, colocamo-nos a empunhar um pedaço de papel, lápis, calculadora, os mais moderninhos lança mão de planilhas eletrônicas e começamos a analisar as opções e os possíveis "talvezes" e tomamos a decisão mais lógica possível. Geralmente uma decisão baseada na sobrevivência, ou seja, na energia do medo. Isso é triste! Que graça há em se sobreviver? O sobrevivente vive com o coração apertado, dolorido, pois vive em uma luta constante na busca de se proteger de isso e de aquilo. Isso não é viver! Pensamos que a vida é lógica. Está certo! A vida é lógica. Contudo, a lógica da vida não é baseada na razão, mas nos sentimentos, na intuição. Sentir-se feliz, alegre e plenos, eis aqui sentimentos que mostram que estamos a viver e não a existir. Isso é lógica! Lógica vivencial. É amor. É amar a si mesmo ao abandonar as jaulas da compulsão de pensar.[/p]
[p]Alguns poderiam dizer que estou a falar de relações românticas. Também, mas o amor é algo que deveria ser a base dos relacionamentos comerciais, econômicos, políticos, culturais, científicos e tudo o mais que se faça nesse orbe chamado Gaia. Esta consciência de não luta, de não atrito pode e está a levar a humanidade a novos patamares da evolução. Isto está a acorrer, para alguns, mas isto aumenta exponencialmente e um dia levará toda a raça humana e a realidade planetária a algo jamais visto e isso é algo eviterno.[/p]
[p]Ao ignorar o coração vivemos ansiosos, a lutar aqui e ali, a experimentar desilusões, desencontros, necessidade, ou melhor, uma vida miserável. Temos por hábito pensar que na vida um e um são dois. Não é! Quando se trata de vida um e um pode ser qualquer coisa, tanto quanto intenso for o amor que se sente. Primeiramente por si mesmo e, com isso, por todos. Na vida mais pode promover um decréscimo e menos pode promover um acréscimo ou vice-versa e isso tudo pode ainda ser exponencial e o é.[/p]
[p]Não ignores o coração! Esta é a chave para uma vida plena em todos os sentidos imagináveis e inimagináveis. Há momentos na vida em que o amor é a solução e não o pensar, contudo, o amor nos traz pensamentos mais elevados que nunca havíamos tido, pensamentos libertadores e, com isso, leveza. Quem não gostaria de ter leveza em sua vida e poder viver como que se seguisse um fluxo mágico onde tudo é oportuno e harmônico? Isso é não é utopia, pois isso já é a realidade de muitos e tantos outros já estão a experimentar a leveza de se entregar a esse estado.[/p]
[p]Não ignores o coração. Amar é preciso. Amar é o caminho. Amar é a meta. Amar é tudo.[/p]
[p]Sempre falo sobre o amor na maioria das vezes e sou tido como chato por muitos. Poderia dizer que não compreendo, mas compreendo, o amor, enquanto amor é algo difícil de ser acolhido, pois apreciamos estar no controle de nós mesmos e, na maioria das vezes, dos outros ao nosso redor a quem dizemos amar, eis aqui um paradoxo, mas tudo bem, é até engraçado isso.[/p]
[p]Estranhamente o amor é algo tão almejado e, ao mesmo, é algo tão temido, pois a maioria de nós não consegue aceitar os outros como eles aparentam ser. Pelo contrário, queremos transformá-los em nós mesmos. Isso gera atritos e, às vezes, até algo letal, pois ninguém quer deixar de ser o que é e tentará se defender enquanto tiver vida.[/p]
[p]Enquanto humanos, somos tocados por aquilo que somos, um sentimento de querer se lançar na vida e, prontamente, colocamo-nos a empunhar um pedaço de papel, lápis, calculadora, os mais moderninhos lança mão de planilhas eletrônicas e começamos a analisar as opções e os possíveis "talvezes" e tomamos a decisão mais lógica possível. Geralmente uma decisão baseada na sobrevivência, ou seja, na energia do medo. Isso é triste! Que graça há em se sobreviver? O sobrevivente vive com o coração apertado, dolorido, pois vive em uma luta constante na busca de se proteger de isso e de aquilo. Isso não é viver! Pensamos que a vida é lógica. Está certo! A vida é lógica. Contudo, a lógica da vida não é baseada na razão, mas nos sentimentos, na intuição. Sentir-se feliz, alegre e plenos, eis aqui sentimentos que mostram que estamos a viver e não a existir. Isso é lógica! Lógica vivencial. É amor. É amar a si mesmo ao abandonar as jaulas da compulsão de pensar.[/p]
[p]Alguns poderiam dizer que estou a falar de relações românticas. Também, mas o amor é algo que deveria ser a base dos relacionamentos comerciais, econômicos, políticos, culturais, científicos e tudo o mais que se faça nesse orbe chamado Gaia. Esta consciência de não luta, de não atrito pode e está a levar a humanidade a novos patamares da evolução. Isto está a acorrer, para alguns, mas isto aumenta exponencialmente e um dia levará toda a raça humana e a realidade planetária a algo jamais visto e isso é algo eviterno.[/p]
[p]Ao ignorar o coração vivemos ansiosos, a lutar aqui e ali, a experimentar desilusões, desencontros, necessidade, ou melhor, uma vida miserável. Temos por hábito pensar que na vida um e um são dois. Não é! Quando se trata de vida um e um pode ser qualquer coisa, tanto quanto intenso for o amor que se sente. Primeiramente por si mesmo e, com isso, por todos. Na vida mais pode promover um decréscimo e menos pode promover um acréscimo ou vice-versa e isso tudo pode ainda ser exponencial e o é.[/p]
[p]Não ignores o coração! Esta é a chave para uma vida plena em todos os sentidos imagináveis e inimagináveis. Há momentos na vida em que o amor é a solução e não o pensar, contudo, o amor nos traz pensamentos mais elevados que nunca havíamos tido, pensamentos libertadores e, com isso, leveza. Quem não gostaria de ter leveza em sua vida e poder viver como que se seguisse um fluxo mágico onde tudo é oportuno e harmônico? Isso é não é utopia, pois isso já é a realidade de muitos e tantos outros já estão a experimentar a leveza de se entregar a esse estado.[/p]
[p]Não ignores o coração. Amar é preciso. Amar é o caminho. Amar é a meta. Amar é tudo.[/p]